sábado, 5 de setembro de 2009

despacho - II

Despacho - II versão.ago.2009 from Jorge Schutze on Vimeo.



Pesquisa sobre a linguagem da dança em ambientes humanos. ´Praça Deodoro.Maceio.AL
Imagens de Ademir Barros

terça-feira, 18 de agosto de 2009

X.



um contocorpovideo

segunda-feira, 27 de julho de 2009

sábado, 25 de julho de 2009

retráteis


,só mesmo se você . leia o pensamento ainda a pouco. a capacidade de escutar. porisso a literatura se torna. seria exagero. Não. por ser eterno o desejo no humano,. existe antes de tudo um quero. talvêz fosse poesia, ... Um. E alguns com mais... Tazio? Talves nem seja necessário. . nem mesmo a literatura é necessária. talento. Então péraí. Pra que tudo isso afinal? É só um desses dias, noites, invernos, e quem? tem o que fazer? Os professores e suas cadernetas cheias de controladores de disciplina? Então vamos lá. Quem acredita mesmo no que pensa? Quem ja conseguiu perder-se nessa pista escorregadia? estensa? Nem mesmo o amor é lindo!Que marta? Eu disse: era a hora! Eis! Escuta o pensamento! Nota 4.Ainda não! ainda não.ainda não. Por conta da complexidade. Então pra que ficar tentando copiar um estilo. Estilo? Que estilo? trata-se de que afinal? Estou ficando estranho. Onde Está aquele meu espelho? Retráteis? Porque sim. Ou não.um pré gesto.sobrinho do pré-pago. as vezes tem-se a impressão que alguem esta tentando um pré requisito. impressão.A literatura não pode nos salvar, que merda né, Tazio?
FAÇA MELHOR - LEIA retráteis do TAZIO, DEPOIS A GENTE SE FALA
OBS>: FOTO : eu, do trabalho do PAULO SANTO

IV VISÕES URBANAS - FOTO DO FABIO



estado de graça no Festival Internacional de Dança em Paisagens Urbanas.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

estudos sociais - despacho

o projeto procura uma interação entre o corpo que dança e os ambientes humanos, a primeira experiencia acorreu no calçadão de maceio - AL.
CONFIRA!!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

concurso ufal

http://www.copeve.ufal.br/sistema/anexos/Docente%20UFAL%20-%20Escola%20Tecnica%20de%20Artes/Edital.pdf

segunda-feira, 1 de junho de 2009

confiram

http://www44.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr2/index.jsp

IV VISOES URBANAS -

REFLEXÔES SOBRE O CORPO E O AMBIENTE URBANO.
Participar de um festival de dança em paisagens urbanas é um grande previlegio que nos faz refletir.

Antes de mais nada a velha pergunta: Qual o lugar da dança?? Que espaços reais e virtuais a dança ocupa/deve ocupar na tribulada burocracia a que os corpos se submetem nos tempos que correm?

E mais. Como gerar/gerir/criar significados nas pesquisas que a dança contemporânea vem realizando, especialmente no espaço aberto, democrático e (teoricamente) livre da rua?

Depois de tantos questionamentos e e tensionamentos causados pelos textos de Foucault no final do seculo passado, o que a dança pode em relação ao biopoder e ao disciplinamento corporal?
Ou até, a que mais serve a dança na rua ?

Na verdade os questionamentos levantados por Foucault, não se exauriram, até porque pouco se fez de lá pra cá em relação a isso. Continuamos a fazer-nos vítimas de nossa propria construção social simbólica.

O que nos espanta, é que os mesmos mecanismos de controle e disciplinamento possam ser aplicados aos procedimentos artísticos, inclusive à dança. De tal modo que se observa uma supremacia do estético sobre o espontâneo, tantos anos decorridos das experiências de Oiticica e seus Parangolés. Mais espantoso ainda: a supremacia do coreógrafo sobre a dança dos "seus subordinados".

O espaço para o corpo autônomo ou em busca de autonomia, com sua expressão imediata, não pode ainda ser aceito dentro dos cânones da dança oficial. O valor vigente é o de uma estética de empréstimo. Uma estética coreográfica que imita o objeto de desejo (europeu/americano/etc) sem questionar nem a sujeição, nem o proprio corpo - único lugar possivel de uma revolução (se é que ainda a desejamos)

Tudo isso se torna questionvel nas ruas das cidades terceiro-mundista, sobretudo porque o corpo cotidiano tem criado cada vez mais espaços de rebelião: nas greves, nos movimentos sociais, nas festas, no sexo, na brincadeira, e até na violência, no uso de drogas, etc.

Daí a importância do espaço urbano. Que razão teria a dança para abandonar a tranquilidade das salas de teatro, e invadir o espaço público? A transposição de espetáculos das salas para a rua pode ampliar a a possibilidade e a diversidade das platéias, mas existe nisso suficiente argumento?

E o corpo educado para a dança, o que ele tem exatamente a dizer ao espaço e público da rua? Reafirmar sua supremacia e destreza espetacular?. Apontar a incondição, a falência e a precariedade do corpo dito comum? como isso pode ser visto eticamente? Que ética da relação corporal nos interessa?

Ao levantar-se questões sobre o corpo-que-dança na rua minha intenção é procurar um avanço nas minhas pesquisas corporais, e especialmente na relação desta com o público e o espaço urbano, ja que o humano prescinde mais e mais das investigações que a dança tem gerado, tanto mais agora em que o corpo foi reconhecido como principal midia em todas as área do conhecimento. E sabemos, como bailarinos, que ele carrega em si toda a possibilidade entre a revolução e disciplinamento.

Só por poder gerar questionamentos em relação ao meu próprio trabalho e a tudo o que pude conferir, ja tenho que agadecer imensamente a todos os participantes, e especialmente à organização do festival.

Porisso muito confete para o Ederson, Andrea, Bárbara, Elder, Rodrigo, Diogo, Mirtes e a todo o pessoal da cia. artesãos do corpo, e aos nossos incansáveis motoristas.

oi meu povo!!!

Bem vindos às pesquisas da cia.ltda.
Siga nossos links aí do lado esquerdo para conhecer um pouco mais dos trabalhos da nossa galera.